Variedades

Autoestima

Por Ruiz

Hoje eu quero falar de um assunto que não é só feminino. É de todos.

Quantas vezes na vida você já se sentiu ‘menos’? Quantas vezes quiseram fazer você se sentir que outras pessoas eram melhores que você? Pois é. Hoje o assunto é a maneira que nos vemos. A maneira que nós enxergamos nós mesmos.

Sabe, hoje eu observo as familias nos lugares. Há pais que fazem seus filhos acharem que são donos do mundo: Acham que eles são maravilhosos, que têm superpoderes e que não devem se preocupar com os outros, afinal, seus filhos são demais. Há outras famílias em que o filho olha pra um brinquedo na loja e já recebe gritos e petelecos.

Os dois estão errados. O que o mundo precisa hoje é de limites. Mas essa situação pode acabar causando maus terríveis: pessoas com baixa auto-estima ou prepotentes e superficiais.

A questão dos prepotentes, eu deixo pra uma próxima oportunidade. Agora, queria falar sobre as pessoas que não se sentem felizes com elas mesmas. Talvez não porque elas realmente achem isso, mas alguém as fez sentir dessa maneira. Talvez por alguem que tinha uma condição melhor, talvez alguem que fosse mais bonita, que tivesse mais amigos… ou simplesmente por alguma palavra perdida em algum momento da vida.

Quem tem baixa autoestima procura se esconder do mundo. Acho que existem tantas pessoas assim que são muito interessantes. Aliás, acho que elas até me interessam mais! As pessoas de poucas palavras, ‘na delas’, quase sempre são as mais encantadoras… que provavelmente têm qualidades que jamais poderíamos imaginar. As pessoas que se escondem atrás de uma barreira que só elas conhecem, muitas vezes guardam uma beleza incalculável, que vai além de tecidos ou maquiagens. E essas pessoas são realmente “Toda Beleza”.

Acho que a sociedade é muito cruel. Eu sou um pouco tímido. Quem me conhece bem sabe que o meu jeito expansivo e brincalhão é, na verdade, uma maneira de me defender de mim mesmo.

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O importante é cada um saber (e reconhecer!!) seus verdadeiros valores e não deixar que qualquer pessoa a faça sentir menos. Viva! Brinque! Vá aos lugares que gosta (e não aqueles que todos vão)! Encontre alguém que seja igual a você – por mais difícil que seja encontrar. Faça o seu mundo melhor. Não espere que o mundo se adapte a você. Dê a você mesma uma chance! Não deixe que você seja sua maior inimiga. Vá a luta!

Mais uma vez, (não devia falar isso num site de beleza, mas como aqui valorizamos a beleza em todos os sentidos) a beleza externa não deve ser o seu único objetivo de vida. De nada adianta ser uma pessoa linda, mas que seja vazia e chata. Vejo mais alegria em gente humilde se divertindo em um parque do que um casal de milionários em um restaurante caríssimo. Isso me deixa profundamente incomodado, pois quase todos que conheço buscam uma vida elaborada demais.

Li livros interessantíssimos ultimamente pro conta da fase que eu estou atravessando, e que têm me dado muita inspiração vital. Vou deixar uma frase que não tem nada haver com o post de hoje, mas achei intrigante demais pra não compartilhar: “A felicidade não é contínua. Se fosse, a vida seria insuportável. A felicidade é feita de momentos, e viver ao máximo cada um desses momentos é que faz a vida valer. ”

Beijo enorme!
Ruiz

Paulista, 42 anos, formada em Tecnologia, otimista. Adoro falar sobre moda, beleza e, mais recentemente, sobre maternidade. Aqui escrevo sobre tudo que gosto, espero que gostem também!

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