Cosméticos

E a sua vida profissional?

homem-x-mulherGirls,
Estive conversando nesse final de semana com algumas mulheres de 22-25 anos e fiquei com uma impressão bem interessante: Elas estão muito preocupadas com suas carreiras profissionais, mas também estão procurando qualidade de vida.

O mercado de trabalho não tá nada fácil… Antes a concorrência era entre homens e mulheres, e agora começam a concorrer entre elas mesmas.

O curioso é que não há mais a discussão sobre o espaço das mulheres nas empresas, mas sim, sobre a competição em pé de igualdade entre os homens.

Eu sou testemunha disso: sou um pouco desorganizado… A garota que trabalha comigo trouxe tanta organização pra área, que hoje vejo que foi a melhor escolha que poderia ter feito!Tarefas que requerem atenção em detalhes, criatividade e perseverança, têm tudo a ver com as moças – e nesse caso, está sendo uma parceria de muito sucesso!

E a qualidade de vida? Parece que nós meninos continuamos workaholics… Queremos passar muitas horas no escritório, tornando o happy hour e/ou futebol os únicos eventos sociais da semana. Entretanto, as moças ainda reservam tempo para se cuidar, para ir à academia, compras, filhos, etc. Será que essa é a evolução de comportamento humano que nós “meninos” precisamos tanto?

O que acham? É isso que têm percebido? Isso tem incomodado? 🙂

Beijos,
El Ruiz

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Paulista, 42 anos, formada em Tecnologia, otimista. Adoro falar sobre moda, beleza e, mais recentemente, sobre maternidade. Aqui escrevo sobre tudo que gosto, espero que gostem também!

6 Comentários

  • Thiara

    Acredito que a mulher, por ser mais organizada naturalmente, saiba melhor dosar o trabalho e a vida pessoal, com menos interferências entre os dois…
    Acho que os homens tem mais tendência a serem workaholics, pela própria natureza de vocês mesmo.
    É bom misturar ambos os sexos como vemos nas empresas hoje em dia para que haja equilíbrio e os homens possam ver e aprender com as mulheres, como você mesmo disse!

    Beeijos

    • Ruiz

      OI Thiara!

      Ai, ai, ai… Essa coisa de workaholic já destruiu muitas famílias!

      Desde sempre o homem teve o papel de ‘O Provedor’ (não de Internet, né?). Desde o tempo das cavernas, o homem foi responsável por trazer a alimentação, proporcionar proteção, abrigo, etc.

      À medida que a sociedade foi ficando mais complexa e competitiva, foi meio natural a necessidade do homem ser workaholic. Me lembro do meu pai chegando tarde do trabalho, lotado de papéis, folhas de cálculo e documentos. Mas me lembro de minha mãe como a pessoa doce e dedicada à família. É a típica família espanhola…

      Mas acho que isso tá mudando muito rápido… muito mesmo! Cada vez mais vejo moças inteligentes, belas, super agradáveis, experientes e… preocupadas em permanecerem muitas horas no escritório! Putz… Mau sinal!

      Tenho observado que quanto mais workaholic a pessoa é, menos produtiva ela se torna. Muitas vezes passam muitas horas no trabalho porque não têm uma vida interessante fora dele. Eu mesmo havia me habituado a chegar em casa e ter tudo, de certa forma, preparado. Não tinha que me preocupar com as coisas. Logo, eu sempre me senti tentado a ‘ficar uma horinha a mais’ no escritório, nem que fosse pra falar de amenidades com os amigos. Trabalhar tanto? Sim, acaba acontecendo na maioria das vezes…

      Afinal, faltava um pouco de vontade de voltar pra casa, porque talvez a pessoa que lá residia também não tinha essa vontade. É a bola de neve descendo com a quinta marcha engatada. Não precisei consultar a Mãe Dinah pra saber onde isso ia terminar!

      Essa hora da noite (0h57) não está muito ‘auspiciosa’ pra falar de trabalho… ainda tenho que preparar uma documentação para amanhã cedo. Droga! Deveria estar com alguém especial dividindo um jantar e uma porção de risadas, ao invés de calcular o “valor presente líquido” e o “Payback” de um investimento da empresa.

      Desculpe o mau humor! 🙂

      Beijão!

      Ruiz

  • Sissi

    Eu queria poder dizer que me encaixo nessa definição sua. Mas sinceramente não.

    Talvez não tenha o perfil típido de mulher – sou desorganiazda e pra mim a batalha por equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal parece eterna! Rs…

    Bjocas.

    • Ruiz

      Oi Sissi!
      Acho que todas as regras têm exceções… Esta inclusive!
      Enfim, agora que eu estou vivendo a minha vida “avulsa”, sem a companhia da “finada”, vejo como as mulheres têm o poder da organização. Coisas que para ela eram absolutamente triviais, pra mim se tornam pequenas tragédias gregas (pelo menos eu vejo assim!)
      Talvez a organização que eu me referi não tenha sido a de colocar rótulos nas coisas, ter agendas ou controles em infindáveis planilhas em Excel. Mas é trazer a humanidade, a criatividade e preocupação com as coisas – algo que não é muito natural pra nós.
      Enfim, o perfil profissional ideal para nosso partner no trabalho é alguem que seja tudo aquilo que eu não sou – assim ela poderia cobrir as minhas deficiências, e vice-versa.
      Se eu fosse ultra-organizado, metódico, chato ou com disciplina militar, ela provavelmente estaria agora criando a comunidade “odeio_o_ruiz” ou estaria passando a caneca de lata nas barras da cela, depois de me matar 🙂
      Será que eu faria o mesmo? Não… acho que sou ponderado demais! Quanto será que custa uma rotuladora, mesmo? 😀
      Beijos!
      Ruiz

    • Ruiz

      Oi Isa!
      As mulheres JÁ dominam o mundo! Basta ver que cada vez mais mulheres presidentes são eleitas… Talvez isso possa até acontecer no Brasil (mas não quero ficar falando de política!)
      Você disse sobre “fazer tudo ao mesmo tempo”. Ano passado fiz um curso em que o instrutor pediu pra todos os homens fecharem seus notebooks. Aí eu perguntei por que não as mulheres também. A resposta foi sábia… “Homens são incapazes de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Ou você é capaz de falar ao telefone, prestar atenção na TV e ouvir o que as pessoas estão falando ao seu redor – e dar pitaco na conversa delas?”
      Colocação machista e preconceituosa – tanto com homens ou mulheres. Mas tem um sabor de verdade… Eu poderia ter feito o curso sem ter ouvido essa! 🙂
      Beijos,
      Ruiz

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