Variedades

… E quando ela ganha mais?

Por Ruiz

Depois de alguns dias ausente (ninguém é de ferro, não?), volto respondendo uma ótima pergunta: E quando a esposa ganha mais que o marido?

Essa situação que jamais poderia ser imaginada anos atrás, agora se torna até relativamente comum. Conheço vários casais que vivem nessa situação. E cada um deles leva de uma maneira diferente.

Há o casal que divide igualitariamente os rendimentos. A conta é conjunta e as despesas são decididas em conjunto. Por uma questão de tradição, o homem puxa o cartão de crédito (adicional da esposa) e paga a conta do restaurante. Nem precisava, mas é para manter o encanto do casal.

Tem também aquele casal que a mulher paga tudo, e o salário do marido fica pra ele gastar com as coisinhas do seu dia-a-dia, como a compra de acessórios para o carro, uma ou outra comprinha de supermercado e talvez até uma despesa de casa.

E conheço também um casal que a mulher usa seu poder econômico contra o parceiro. Deixa ele sem dinheiro, escolhe restaurantes caros (e faz ele pagar) e nas viagens de férias ela vai sozinha com a mãe, afinal, o marido é um pé-rapado e ela não tem obrigação de carregar aquele chupim.

Na minha opinião, todos estão errados. Acho que deve haver a igualdade em um casal, mas, na minha extremamente humilde opinião, creio que é importante haver a individualidades – mas o casal deve saber dosar e repartir os rendimentos. Não faz sentido sobrecarregar um em detrimento do outro. Para mim, funciona mais quando cada um cuida de suas próprias despesas, enquanto os gastos domésticos são divididos em comum acordo, de modo que cada um tenha seu próprio dinheiro.

É triste dizer isso, mas em casais que só o homem trabalha, ou ele tem um rendimento muito superior ao de sua parceira, ele acaba usando o ‘poderio econômico’ para exigir suas vontades – O que é péssimo!!! Mas ainda assim acredito que a mulher gosta de ser galanteada, quer que seu parceiro seja o provedor (desculpe se estou sendo machista!), o responsável em dar conforto, segurança e carinho. E nesse ponto, é complicado para a cabeça do homem aceitar o contrário.

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Sim, é difícil assumir isso! Nossos pais, avós, etc, viveram em uma época que a mulher vivia em casa cuidando das crianças enquanto ele saia pra batalhar o sustento da familia. A relidade mudou dos anos 80 pra cá, pois a mulher já era parte importante no mercado de trabalho. Nos anos 90 havia já algum tipo de competição, nos anos 2000 já tinham seu espaço garantido e agora, em 2011, as mulheres ocupam altos cargos e tem altos salários. Enfim, o talento e a capacidade feminina são reconhecidos! E cada vez mais casos como esse serão conhecidos por nós.

O que é um tabu hoje, certamente será algo normal para nossos filhos ou netos. Qual a opinião de vocês?

Beijos,
Ruiz
@ruiz_tb (follow me!)

Paulista, 42 anos, formada em Tecnologia, otimista. Adoro falar sobre moda, beleza e, mais recentemente, sobre maternidade. Aqui escrevo sobre tudo que gosto, espero que gostem também!

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