Posts Tagged ‘diferenças’

Os opostos se atraem?

Por Ruiz

Mais uma vez escrevendo pelo celular…

Essa pergunta veio de uma querida leitora nossa. E a resposta não é fácil…

Saber quais são os critérios que um homem levam em conta para escolher sua esposa variam muito em função de sua própria personalidade.

Dizem que os opostos se atraem, mas as pessoas se agrupam e se relacionam mais pelas semelhanças do que pelas diferenças. Provavelmente um relacionamento que da certo é feito por pessoas que tem personalidades semelhantes.

Eu mesmo tive experiências de relacionamentos com pessoas muito diferentes de mim em relação a preferências, personalidade e objetivos de vida. Não deu certo. As diferenças que no início do relacionamento incomodam, só aumentam de proporção com o passar do tempo.


Mas é verdade que a maioria dos homens procuram mulheres doces e carinhosas, que se dediquem ao relacionamento, sem muitas cobranças e com espaço para a individualidade dos dois.

Beijos,

Ruiz.

Por que a grama do vizinho é sempre mais verde?

Por Ruiz

Essa é a pergunta que intriga tantas pessoas! Eu a recebi de uma querida leitora e não é a primeira vez que alguém me pergunta isso. É algo tão comum, que já é até um conhecido dito popular.

Para iniciar a minha filosófica explicação, vou contar uma passagem que aconteceu recentemente comigo. Estávamos no almoçando e passou uma moça, digamos, não tão abençoada pelos anjos da beleza. Todos os homens ficaram acompanhando ela passar, como se fosse a última mulher do mundo.

A massacrante felicidade dos outros...

Logo um dos meus amigos disse que provavelmente nossas namoradas ou esposas são muito mais bonitas do que a fulana que passou, mas lá estava meia dúzia de tontos olhando a moça passar. Claro que o estagiário soltou uma pérola que já está no nosso querido besteirário: “A gente pode comer filé mignon todos os dias. Vai sempre chegar o dia que a gente vai querer variar, querer uma linguiça por exemplo”. Que fique claro que não fui eu, ok?

O ser humano é um eterno insatisfeito. Me lembro quando eu recebi meu primeiro salário e me senti o homem mais rico do mundo. Dois meses depois achava que merecia um aumento. Depois recebi um aumento e já achava que merecia outro. E assim por diante. Você não conhece alguém que diz “Puxa, esse carro é o meu objetivo de vida”. Até que sai uma versão mais potente, com um design inovador. E somos assim para tudo.

Claro que não podemos tratar as pessoas como objetos, e longe disso eu querer estar sugerindo isso. Se acham que esse é um comportamento típico dos homens, procurem se lembrar de quantas amigas você tem que reclama do marido e elogia o cara bonitão da loja. A mulher costuma ser mais romântica, e o homem mais caçador. Por isso eu acho, acredito, insisto e acho que a regra não confirma a exceção: Não se encontra um bom partido na balada. Quem está lá é para pegar o máximo de mulheres que conseguir. Se você está indo na noitada querendo encontrar o príncipe encantado, é como mergulhar no Rio Tietê para encontrar peixes (na cidade de São Paulo, é claro!).

E é assim mesmo… Por mais linda, maquiada, exuberante e arrasadora que estiver em uma festa, tenha a certeza que seu companheira vai dar uma olhadela no decote ou no racho do vestido daquela moça que você nunca foi muito com a cara! Leve na esportiva… pelo menos se for uma olhadela sem grandes pretensões.

Se começar a elogiar muito, comparar… aí a coisa fica preta e é um bom argumento para começar uma temida DR.

Beijos de chocolate!
Ruiz

Como as pessoas podem ser tão diferentes…

Por Ruiz

Essa semana eu estava conversando com uma amiga que estava se queixando da magreza dela. Ué? Acho que 10 entre 10 mulheres se acham acima do peso.

No caso dessa amiga, realmente ela tem um corpo ótimo. 49kg distribuídos em 1,60 de altura. Poderia estar na capa de qualquer revista, mas se queixa de ser magra demais. Me disse até que estava tomando alguma medicação pra ficar mais corpulenta.

Do mesmo modo que a garota que tem cabelos muito lisos, quer encaracolar – e quem tem cabelos encaracolados faz uma ‘chapinha’ para ir naquela festa. E as cores de cabelo? Parece que aqui pelo menos existe uma concordância: Quase todas querem ter os cabelos claros. Mas há aquela loira ou ruiva que pinta os cabelos de preto.

Vi uma mulher na TV reclamando de seus 1,90 de altura, que ela tinha dificuldade de arrumar namorado ou que todas as calças ficavam ‘pula-brejo’. Também vi no National Geographic, uma operação que as russas fazem nas pernas, criando fraturas dolorosas e ficando meses de cama, para ganhar 3 ou 4 cm de altura. E ainda ficam cicatrizes nas pernas!

Não querem ter uma única manchinha na pele. Todas as pobrezinhas que aparecem são besuntadas de base e outros falsetes da cosmética moderna. Mas fazem tatuagens definitivas, cada vez maiores e mais coloridas.

E me lembro que minha mãe dizia que na ‘época de mocinha dela’, era muito feio ser magra. A mulher tinha que ser gordinha pra ser querida. Minha mãe era praticamente a Olívia Palito, e tomava remédios para engordar, quando tinha lá seus 20 anos. E não faz taaanto tempo assim. Foi no final dos anos 60.

Somos mesmo contraditórios. E essa deliciosa contradição é que torna as pessoas interessantes!

Beijos,
Ruiz

Podemos viver sem elas?

Por Ruiz

Essa foi uma dica de post que recebi através da minha mais nova paixão: o Twitter (Follow me!) Tenho muito medo dessas coisas de computação, porque eu tenho muito medo de acabar me tornando um geek ou um nerd, como esses que a gente vê na TV. #Credo!

Será que nós homens podemos viver sem as mulheres. Oras, bolas! Vocês já devem saber a reposta. É *óbvio* que não. Dãã…

Vou aproveitar para dar a minha opinião. Todo homem sabe o valor de uma mulher. Não estou reduzindo a mulher a um objeto sexual, como fui criticado por uma leitora. Mas a mulher é quem traz o homem à realidade, quem controla, dirige e organiza a vida de um homem. Somos naturalmente dependentes das mulheres, ainda que a gente não aceite de jeito nenhum.

É claro que para cada regra, podemos encontrar várias exceções. Há homens que se viram muito bem sozinhos, assim como mulheres. Mas existem coisas que são impossíveis de um homem médio fazer. Não temos habilidades ‘soft’ de combinar, harmonizar, arquitetar… Dificilmente desenvolvemos o bom gosto e as habilidades sensoriais das meninas… Somos mais racionais, diretos, práticos e, por que não, físicamente fortes.

A natureza é assim: vivemos em casais não somente para dar continuidade à nossa espécie, mas para que nossas habilidades natas sejam complementares em um convívio familiar ou social.


Sem contar que, por mais abrutalhados, ogros ou primatas que sejam os homens, não há quem se renda ao carinho, ao charme e à elegância de uma mulher. E não falo do estereótipo da mulher ‘ideal’ que as revistas pregam, mas a mulher companheira, cúmplice… Sem elas, acho muito difícil um homem ser completo.

E, antes de encerrar esse post, e ser preso por discriminição, não tenho absolutamente nada contra os meninos que gostam de meninos ou das meninas que gostam de meninas. Se ambos/as se completam é o que importa. É necessário ‘precisar’ do outro.

Beijos e bom final de semana.

Ruiz